A publicidade na internet em 2011 cresceu 11%
A TV aberta ficou com 54% do bolo publicitário, aumentando seu faturamento de R$ 40 bilhões para R$ 46,3 bilhões (alta de 15,3%). Os jornais foram responsáveis por 20% das receitas, saltando de R$ 16,1 bilhões para R$ 17,2 bilhões (incremento de 7%).
Dados da pesquisa Monitor Evolution, do Ibope, apontam que os gastos com publicidade cresceram 16% em 2011, alcançando R$ 88,3 bilhões. Foram monitorados investimentos em compra de mídia realizados em 38 cidades nos principais meios de comunicação. Os valores levam em conta a chamada tabela cheia e não consideram a inflação do período, de 6,5%.
Seguindo a tendência de crescimento acima da média nos últimos 3 anos, a Internet segue conquistando o mercado. O meio, que tinha 4% do bolo publicitário em 2010, cresceu para 6% em 2011. Mas o forte crescimento, de 71% da receita bruta (de R$ 3,1 bilhões para R$ 5,4 bilhões), corresponde principalmente a uma mudança na tabela praticada pelos portais, além da inclusão de novas modalidades publicitárias.
“Cada vez mais, o tempo e a atenção dos consumidores está se voltando para mídias na internet”, explica Leandro Kenski, CEO da Media Factory, agência especializada em marketing digital. “O que está acontecendo é um reequilíbrio do mercado e as verbas estão migrando para onde está o consumidor. Por causa desse investimento ainda pequeno, existem grandes oportunidades para empresas que querem explorar as mídias digitais”, acrescenta Leandro.
A TV aberta ficou com 53% do bolo publicitário, aumentando seu faturamento de R$ 40 bilhões para R$ 46,3 bilhões (alta de 15,3%). Os jornais foram responsáveis por 20% das receitas, saltando de R$ 16,1 bilhões para R$ 17,2 bilhões (incremento de 7%).
Pela primeira vez, as TVs por assinatura ficaram a frente do meio Revista, chegando a terceira colocação no ranking das receitas com publicidade. As TVs por assinatura alcançaram R$ 7,4 bilhões (alta de 18%), enquanto o meio Revista recebeu R$ 7,2 bilhões (alta de 13,3%). No ano anterior, as revistas faturaram R$ 6,4 bilhões, ante R$ 6,3 bilhões da TV paga.
O comércio e o varejo foram responsáveis por 22% dos gastos publicitários (R$ 19,1 bilhões), liderando o ranking por setor.
Em segundo lugar vem o setor automobilístico, com 9%. Com 8%, o setor de higiene e beleza foi o que mais ampliou gastos: chegaram a R$ 7,4 bilhões, quase R$ 2 bilhões a mais do que no ano anterior.
Banco do Brasil fará concorrência por agência digital
Após definida as três agências que passam a cuidar de sua comunicação publicitária a partir deste ano – Master, Lew’Lara e Giacometti ´- o Banco do Brasil se prepara agora para eleger uma responsável pela por sua comunicação digital. A instituição realizará uma audiência pública em Brasília na próxima quarta-feira, 11/01, para esclarecimentos relativos à concorrência, disponibilizando também, a partir da data, a minuta do edital – que também poderá ser acessado pelo site do BB.
Uma verba considerável
Estará a cargo da agência vencedora o desenvolvimento de soluções de comunicação para o ambiente digital, compreendendo planejamento, desenvolvimento, implementação e acompanhamento de projetos nesse ambiente. A seleção será realizada por análise de proposta técnica, comercial e habilitação. O contrato inicial terá validade de 12 meses, podendo ser renovado por até 60. A verba anual é de R$ 22 milhões. Esse montante equivale a 50% da verba publicitária do maior anunciante catarinense, o Governo do Estado.
Edição PropMark
Nova lata da Coca-Cola confunde consumidor e é retirada do mercado
A campanha da Coca-Cola em parceria com a WWF (World Wildlife Fund), realizada nos EUA, chegou a um fim prematuro devido a um erro de design: latas brancas.
A empresa optou por substituir temporariamente as clássicas latas vermelhas pelas brancas, o que gerou estranhamento entre os consumidores que não souberam diferenciar as normais das diets. Após muitas reclamações por parte dos diabéticos e pessoas que faziam regime, a lata comemorativa foi retirada do mercado. (Veja na foto ao lado)
A campanha tinha como objetivo ajudar a salvar a população mundial de ursos polares, que segundo dados, vem diminuindo a cada ano. O animal se tornou a mascote da empresa em 1922 e aparece desde então nos comerciais na época natalina. A Coca-Cola doou 2 milhões de dólares para a causa.
A campanha teve início em outubro do ano passado e tinha o fim previsto para fevereiro.
Redação Adnews
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Em protesto, Google, Facebook e Twitter ameaçam “blecaute”
Ação seria em protesto contra a lei antipirataria que tramita nos Estados Unidos Google, Facebook, Twitter e Wikipedia. Considerados fundamentais no mundo digital atual, essas empresas podem interromper suas operações pontualmente, em uma ação de protesto contra uma polêmica lei antipirataria que tramita no Senado dos Estados Unidos, conhecida como S.O.P.A (Stop Online Piracy Act, algo como “parem os atos de pirataria online” em tradução livre).
Tais portais e redes sociais fazem parte da NetCoalition, uma associação de empresas da internet contrárias à lei. Segundo o diretor da entidade, Markham Erickson, a Mozilla já desligou os serviços do Firefox por um dia e outras associadas, como como AOL, eBay, Facebook, Foursquare, Google, LinkedIn, Twitter, PayPal, Wikimedia, Yahoo! e Zynga, a maioria grandes conglomerados da web, podem fazer o mesmo.
De acordo com a entrevista de Erickson à Fox News, a ação ainda não está 100% definida, mas os usuários da internet poderiam se deparar simplesmente com a paralisação dos serviços, e as páginas destes sites mostrariam mensagens pedindo apoio contra a lei.
S.O.P.A.
O polêmico projeto de lei nos EUA impõe diversas medidas restritivas para combater a pirataria online. Entre os principais pontos da proposta, um dos mais polêmicos é a responsabilização dos sites em relação ao conteúdo postado por usuários. De acordo com a proposta, se alguém posta um filme pirata em sites de download ou mesmo nas redes sociais, o responsável é o site – com penas que variam de bloqueio da URL à prisão dos responsáveis – e não o usuário.
Entre as empresas que apoiam a lei estão Disney, Universal Channel e Warner Bros. Microsoft, Adobe e Apple eram favoráveis à lei inicialmente, mas depois mudaram para o mesmo lado que Google, Facebook, eBay e diversos outros sites.
Com informações de O Estado de S.Paulo
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